Há marcas que se reconhecem de olhos fechados. Não pela montra, nem pelo logótipo, mas por um aroma específico. É esse o poder de um aroma próprio, e é exatamente isso que a criação de private label torna possível: transformar uma fragrância genérica em algo que só a sua marca tem.
Durante muito tempo, ter um perfume ou um aroma de assinatura pareceu um privilégio reservado a grandes casas de perfumaria ou a marcas com orçamentos avultados. Com a Airbel, essa ideia já não corresponde à realidade. Hoje, ajudamos o seu negócio, seja um hotel ou uma loja de roupa, de uma marca de cosmética ou um espaço de bem-estar ou pode ter a sua própria fragrância, com um processo muito mais acessível e simples do que a maioria imagina.
O que é, afinal, um private label?
Em termos simples, um private label é um produto desenvolvido e fabricado por um especialista, mas vendido sob o nome e a identidade de outra marca. A marca não precisa de ter um laboratório, nem conhecimento técnico de perfumaria: entrega o briefing, a visão e os valores, e a Airbel é quem traduz tudo isso numa fórmula exclusiva.
O resultado é um produto genuinamente próprio. Não é uma fragrância comprada num catálogo e personalizada com uma etiqueta diferente, é uma composição criada de raiz, pensada para comunicar exatamente aquilo que a sua marca representa.
E este processo não se esgota na aromatização de espaços. Aplica-se, da mesma forma, à criação de uma identidade olfativa em produtos de venda direta ao consumidor: perfumes pessoais, velas, difusores, cosmética perfumada ou linhas de home fragrance com o nome da marca na etiqueta.
Porque é que cada vez mais marcas apostam nisto…
O olfato é o sentido mais diretamente ligado à memória e à emoção. Uma marca que tem um aroma próprio não está só a vender um produto, a marca está a criar um ponto de reconhecimento sensorial que nenhuma imagem ou texto consegue replicar. Quando um cliente associa esse cheiro à experiência que teve, a marca instala-se numa parte da memória à qual a publicidade tradicional dificilmente chega.
Há também um argumento mais prático: um produto private label reforça a coerência da marca em toda a sua comunicação. Da loja física à embalagem que chega a casa do cliente, tudo passa a falar a mesma linguagem, incluindo o aroma.
O processo de criação, passo a passo
1. Briefing e conversa inicial
Tudo começa por perceber a sua marca: os seus valores, o público, a estética, e o que se pretende comunicar através do aroma. Não há perguntas técnicas de perfumaria a fazer aqui. A marca fala do que é, e cabe ao especialista traduzir isso em notas olfativas.
2. Desenvolvimento da fórmula
Com o briefing definido, o especialista começa a compor a fragrância, testando combinações de notas de topo, coração e base até chegar a uma proposta que traduza fielmente a identidade pretendida.
3. Apresentação e ajustes
A marca recebe as amostras da fragrância e dá o seu feedback. Esta é uma fase de afinação: pequenos ajustes de intensidade, de notas dominantes ou de fixação, até o resultado estar exatamente como deve ser.
4. Validação Final
Depois dos ajustes, a fórmula é aprovada e fixada. É este o momento em que a fragrância deixa de ser um teste e passa a ser, oficialmente, a assinatura olfativa da marca.
5. Produção e aplicação
Por fim, a fragrância é produzida na escala necessária e aplicada ao formato desejado: seja um perfume, uma vela, um difusor de ambiente ou um sistema de aromatização de espaço.
É mesmo um processo simples?
Podemos dizer que sim, e essa é talvez a maior diferença entre a perceção que existe sobre a criação de um private label e a realidade. A marca não precisa de saber nada sobre perfumaria, não precisa de investir em equipamentos nem em conhecimento técnico. A sua parte do processo resume-se a comunicar quem é e o que quer transmitir, todo o trabalho de composição, testes e produção fica do lado da Airbel.
O que exige mais tempo não é a complexidade técnica, mas sim garantir que o resultado é fiel à identidade da marca, e é precisamente por isso que as fases de apresentação e ajustes existem, para que ninguém avance para produção sem ter a certeza de que o aroma é, de facto, o certo.
Concluindo, não se esqueça: Uma marca também se sente.
Atualmente, um logótipo apenas vê-se. Uma cor associa-se. Mas um aroma sente-se e é essa sensação que fica na memória de quem experiencia a marca.
Quer criar a identidade olfativa da sua marca? Os nossos especialistas acompanham todo o processo, do briefing à fragrância final.
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